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sábado, 23 de maio de 2026

Por que os jovens estão saindo dos Gestão Crioula. CTGs — e o que fazer pra mudar isso

 Esse é um assunto que dói. Mas precisa ser dito.

Entra num CTG numa sexta à noite. Olha em volta. Conta mentalmente as faixas etárias.

Na maioria das entidades que conheço, a conta é mais ou menos essa: muita gente entre 40 e 70 anos, alguns entre 30 e 40, e uma faixa de 15 a 25 que aparece pra ensaiar na invernada — mas que raramente vira sócio de verdade, raramente assume cargo, raramente se sente dono do espaço.

E quando a invernada termina a temporada de competição, parte dessa gurizada simplesmente some.

Não é por falta de amor à tradição. A maioria cresceu no galpão, foi criança no CTG, aprendeu a dançar ali. O problema é outro.

O que os jovens dizem quando saem

Quando alguém se dá ao trabalho de perguntar — e poucos CTGs perguntam — as respostas que aparecem são sempre parecidas:

"Não me sinto parte das decisões."

"As reuniões são longas e nada muda."

"Parece que o espaço é dos mais velhos."

"Quando eu sugeria algo, a resposta era sempre 'aqui sempre foi assim'."

"Não tem nada pensado pra minha faixa etária fora dos ensaios."

Repara: nenhuma dessas respostas fala que a tradição é chata, que o CTG não presta, que a cultura gaúcha não tem valor. O jovem não está rejeitando a identidade gaúcha. Ele está rejeitando uma estrutura que não abre espaço pra ele.

E aí está a distinção que muda tudo.

O problema é de gestão, não de geração

É muito fácil — e muito confortável — dizer que "a juventude de hoje não tem mais interesse pela tradição" ou que "o celular matou a cultura gaúcha".

Mas os CTGs que têm invernadas cheias, que renovam diretoria com sangue novo, que atraem famílias jovens — esses CTGs existem. Não são maioria, mas existem.

O que eles fazem de diferente?

Quase sempre a resposta é gestão. Não magia, não sorte, não localização privilegiada. Escolhas concretas de como o CTG é administrado.

Os 4 erros que afastam os jovens

1. Não ter nada pensado para eles fora da invernada

A invernada é a porta de entrada. O jovem entra aos 10, 12, 15 anos pra dançar. Aprende, se desenvolve, compete. Isso é lindo.

Mas quando ele para de competir — por idade, por trabalho, por faculdade — o que o CTG oferece pra esse jovem adulto de 22, 25 anos?

Na maioria dos CTGs: nada. Não há programação, não há espaço, não há função.

O galpão que foi tão importante na infância vira um lugar que "não é mais pra mim".

2. Não envolver os jovens nas decisões

Diretoria formada por pessoas acima dos 50 anos. Reuniões onde os mais novos ficam quietos porque "não têm experiência". Sugestões de modernização — comunicação digital, formas de pagamento, programação — vetadas sem discussão.

O jovem que se sente invisível nas decisões não vira sócio engajado. Vira frequentador eventual, quando muito.

3. Falar só pra quem já está dentro

A comunicação da maioria dos CTGs é voltada pra quem já frequenta. O Instagram posta foto do evento de sábado — mas quem não foi, não entende o contexto, não se sente convidado a ir na próxima.

Jovem que não cresceu no CTG não tem motivo pra entrar se nada comunica pra ele. E jovem que cresceu no CTG mas se afastou também não recebe nenhum sinal de que seria bem-vindo de volta.

4. Não ter programa de sócio jovem com valor percebido

"Por que eu vou pagar mensalidade se não uso o espaço o mês todo?"

Essa é a pergunta que o jovem faz — e que poucos CTGs sabem responder. A mensalidade precisa ter contrapartida clara: acesso a eventos, desconto no ingresso, espaço pra uso, atividades exclusivas.

Quando o sócio jovem não enxerga o que está pagando, ele cancela. Simples assim.

O que os CTGs que acertam fazem diferente

Não é necessário reinventar a tradição. É necessário reinventar a gestão de quem participa dela.

Criam um departamento jovem com autonomia real. Não é um grupo decorativo que pede autorização pra tudo. É um espaço onde os jovens de 18 a 35 anos organizam atividades, gerem orçamento próprio e respondem pelos resultados.

Reservam cadeiras na diretoria para pessoas jovens. Formalmente, no estatuto. Não como gesto simbólico — como obrigação institucional.

Criam programação além dos ensaios. Encontros de chimarrão, noites de cinema gaúcho, saraus nativistas, grupos de caminhada a cavalo, torneios esportivos. Atividades que têm a identidade gaúcha mas cabem na rotina de quem tem 25 anos.

Comunicam para fora, não só para dentro. Instagram com conteúdo que educa sobre a tradição, que convida, que mostra que o CTG é um espaço vivo e acolhedor pra qualquer gaúcho — não só pra quem já conhece.

Criam planos de sócio com benefícios tangíveis. Desconto progressivo em eventos, acesso ao espaço para confraternizações, participação em decisões — coisas concretas que justificam a mensalidade.

Uma conversa difícil que precisa acontecer

Existe um padrão que vejo se repetir nos CTGs que perdem jovens: a liderança mais antiga, inconscientemente, protege o espaço do jeito que sempre foi.

Não é maldade. É amor pela tradição. Mas amor pela tradição não pode ser confundido com resistência a qualquer mudança de forma.

O gaúcho do século XIX que fundou os primeiros CTGs não estava preservando uma forma — estava preservando uma identidade. E identidade se manifesta de formas diferentes em cada geração.

O chimarrão continua. A bombacha continua. A música, a dança, o respeito pela terra e pelo pago — tudo isso continua. Mas a reunião de diretoria pode ser mais ágil. A comunicação pode ser digital. O jovem pode ter voz.

Isso não é trair a tradição. É garantir que ela chegue às próximas gerações.

Por onde começar

Não precisa reformular tudo de uma vez. Começa com uma pergunta simples na próxima reunião de diretoria:

"O que nós faríamos diferente se quiséssemos que um jovem de 22 anos virasse sócio ativo do nosso CTG?"

Deixa a pergunta no ar. Ouve as respostas. Anota.

Depois pega as três respostas mais práticas e transforma em ação com prazo e responsável.

Não precisa de consultoria, de dinheiro, de reforma no galpão. Precisa de vontade de olhar pra frente com o mesmo amor que se olha pro passado.

Uma pergunta pra ti

Quando foi a última vez que o teu CTG perguntou pra um jovem por que ele parou de aparecer?

Se nunca aconteceu — talvez essa seja a primeira mudança a fazer.

Compartilha esse post com quem cuida da invernada ou do departamento jovem do teu CTG. Essa conversa precisa acontecer no galpão, não só na internet.

Até o próximo chimarrão.

Escrito por Rodrigo Silva — gestor público, especialista em gestão de manutenção industrial e apaixonado pela cultura gaúcha. Ajudo CTGs a ficarem mais fortes por dentro para durarem muito mais por fora.

quarta-feira, 13 de maio de 2026

Destinos do RS - Caxias do Sul, a gigante da Serra Gaúcha que ainda guarda alma de interior

Tem cidade que cresce e esquece de onde veio.

Mas Caxias do Sul parece carregar duas almas ao mesmo tempo.

Uma é moderna, industrial, acelerada. Terra de trabalho pesado, empresas gigantes, trânsito, bairros novos e desenvolvimento constante.

A outra ainda vive no cheiro do vinho colonial, nas estradas de chão do interior, no fogão à lenha aceso cedo da manhã e no sotaque carregado dos descendentes de imigrantes que ajudaram a construir a Serra Gaúcha.

E talvez seja justamente isso que faz tanta gente criar raízes aqui.

Porque mesmo enorme, Caxias ainda consegue parecer interior.

Quando tudo ainda era Campo dos Bugres

Antes de virar uma das maiores cidades do Sul do Brasil, a região era conhecida como Campo dos Bugres.

Muito antes da imigração italiana, os campos e matas já eram ocupados pelos povos indígenas que viviam na Serra. Depois vieram tropeiros, caminhos de comércio e, mais tarde, a chegada dos imigrantes italianos no final do século XIX.

Foi ali que começou a nascer uma cidade moldada pelo trabalho.

Os imigrantes enfrentaram frio, isolamento, mata fechada e dificuldades que hoje parecem impossíveis de imaginar. Mas construíram comunidades fortes, capelas, vinhedos e uma cultura própria que ainda marca profundamente a identidade da cidade.

A imigração italiana que mudou a Serra Gaúcha

Falar de Caxias do Sul é falar da imigração italiana no Rio Grande do Sul.

Os descendentes dos colonos ajudaram a transformar a cidade em uma potência econômica, mas sem abandonar completamente os costumes antigos.

Ainda hoje, quem anda pelos distritos do interior encontra:

pequenas propriedades rurais

produção artesanal

vinho colonial

capelas antigas

festas comunitárias

mesas fartas

sotaque carregado

tradição familiar

Em muitos lugares, o tempo parece passar mais devagar.

Uma cidade gigante que ainda parece pequena

Caxias cresceu.

Virou polo metalúrgico. Virou potência industrial. Virou referência econômica.

Mas existe algo curioso nela.

Mesmo com centenas de milhares de habitantes, ainda existem bairros e comunidades onde as pessoas se conhecem pelo nome, conversam na calçada e mantêm hábitos típicos de cidade pequena.

Talvez por isso tanta gente de fora venha trabalhar aqui… e nunca mais vá embora.

Porque Caxias tem algo raro: ela mistura oportunidade com pertencimento.

Os caminhos escondidos da Serra

Muita gente conhece apenas o centro urbano da cidade.

Mas existe outro lado de Caxias do Sul.

Um lado formado por:

estradas cercadas de parreirais

pequenas cantinas

igrejas antigas

comunidades do interior

paisagens típicas da Serra Gaúcha

Distritos como:

Criúva

Vila Oliva

Santa Lúcia do Piaí

guardam um pedaço do Rio Grande antigo que ainda resiste ao tempo.

E talvez seja ali que a verdadeira alma da cidade continue mais viva.

Entre o progresso e a tradição

Poucas cidades do Rio Grande do Sul vivem tão fortemente esse contraste.

De um lado: indústria, crescimento, tecnologia e expansão urbana.

Do outro: chimarrão, missa de comunidade, festa colonial, churrasco de família e memória dos antigos.

E talvez o grande segredo de Caxias esteja justamente nisso: crescer sem apagar completamente suas raízes.

Muito além da Festa da Uva

Quando se fala em Festa da Uva, muita gente pensa apenas em turismo.

Mas a festa representa algo maior.

Ela carrega a memória dos imigrantes, do trabalho nas colônias, da produção agrícola e da construção cultural da Serra Gaúcha.

É uma celebração da identidade de um povo.

O que faz tanta gente criar raízes em Caxias?

Talvez seja o frio.

Talvez seja a comida farta.

Talvez seja o trabalho.

Ou talvez seja aquela sensação difícil de explicar que aparece quando alguém encontra um lugar que mistura futuro e memória ao mesmo tempo.

Porque no fundo, Caxias do Sul continua sendo aquilo que muita gente define de um jeito simples:

“Uma cidade de interior… só que gigante.”

E tu?

Qual é a primeira lembrança que vem na cabeça quando pensa em Caxias do Sul?



"Criúva, cantada pelos Bertussi, carrega a herança tropeira."



"Fonte de Água Azul, um pedaço Jesuíta no interior de Caxias do Sul "


“Estrada do interior de Caxias do Sul cercada por paisagens típicas da Serra Gaúcha e comunidades de descendentes italianos”

“Paisagem típica do inverno de Caxias do Sul durante o amanhecer”

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cidades da Serra Gaúcha

domingo, 25 de maio de 2025

Rota dos Capitéis - Uma nova opção de turismo no RS

Buenas gauchada amiga, no dia 6 de maio de 2025, foi oficialmente lançada a Rota dos Capitéis – Caminhos da Imigração e da Fé, um projeto que celebra a herança cultural e religiosa da Serra Gaúcha e do Vale do Taquari. A cerimônia de inauguração ocorreu na Capela Santo Antônio, na Linha 80 da Leopoldina, em Monte Belo do Sul, contando com a presença de autoridades locais e internacionais, incluindo o embaixador da Itália no Brasil, Alessandro Cortese.

A Rota dos Capitéis é composta por dois circuitos principais: o regional, já sinalizado, e o circular, com inauguração prevista para dezembro de 2025. O percurso abrange dez municípios: Bento Gonçalves, Boa Vista do Sul, Carlos Barbosa, Coronel Pilar, Farroupilha, Garibaldi, Imigrante, Monte Belo do Sul, Pinto Bandeira e Santa Tereza .

Ao todo, são 468 construções religiosas mapeadas, incluindo 252 capitéis, 175 capelas, 23 grutas, 16 igrejas e duas ermidas . Essas edificações, muitas vezes localizadas às margens de estradas, foram construídas pelos imigrantes italianos como forma de expressar sua fé e gratidão.

O roteiro oferece diversas opções para os visitantes:

Caminhadas: 15 trechos totalizando 330 km

Cicloturismo: 10 trechos somando 350 km

Veículos motorizados: aproximadamente 1.063 km

Todos os trajetos são sinalizados conforme as normas da ABNT, ISO e CONTRAN, garantindo segurança e orientação aos turistas .

Para facilitar a experiência dos visitantes, foram instaladas estações de apoio entre os municípios participantes. Essas estações oferecem hidratação, informações técnicas, bicicletários e totens de manutenção para bicicletas .

Além do aspecto religioso, a Rota dos Capitéis também destaca a rica enogastronomia da região. Cada município participante preparou uma acolhida com produtos típicos e atrações culturais, valorizando a herança italiana e a religiosidade local. Entre os destaques estão o capeletti de Coronel Pilar, o queijo de Carlos Barbosa, o salame de Boa Vista do Sul, a bolacha de melado de Imigrante, o grostoli de Garibaldi e as frutas de Pinto Bandeira .

A criação da Rota dos Capitéis tem como base três obras literárias que documentam a construção de pequenos santuários na região: "O Livro do Capitel", "Amém, Bento Gonçalves" e "Perto das Estrelas" .

Para saber mais sobre a Rota dos Capitéis, acesse o site oficial: www.rotadoscapiteis.com.br.

A Rota dos Capitéis é uma oportunidade única para vivenciar a fé, a cultura e a história dos imigrantes italianos que ajudaram a moldar a identidade da Serra Gaúcha e do Vale do Taquari. Um convite para todos que desejam conhecer mais sobre as raízes do Rio Grande do Sul e se conectar com a espiritualidade e a tradição que permeiam essa região.









terça-feira, 20 de maio de 2025

150 Anos da Imigração Italiana na Serra Gaúcha: Um Legado Vivo na Cultura do Rio Grande do Sul

150 Anos da Imigração Italiana na Serra Gaúcha: Um Legado Vivo na Cultura do Rio Grande do Sul

Neste 20 de maio de 2025, o Rio Grande do Sul celebra os 150 anos da imigração italiana na Serra Gaúcha, data que marca o início de uma trajetória de trabalho, fé, tradição e integração cultural. Desde 1875, os imigrantes italianos deixaram marcas profundas na identidade do povo gaúcho — da gastronomia à música, da arquitetura às festas populares. Neste artigo, homenageamos esse legado e mostramos como ele permanece vivo na cultura gaúcha até hoje.

A Chegada dos Imigrantes Italianos ao Rio Grande do Sul

Os primeiros imigrantes italianos desembarcaram em 1875, muitos vindos das regiões do Vêneto, Lombardia, Trentino-Alto Ádige e outras áreas do norte da Itália. Foram acolhidos principalmente na região da Serra Gaúcha, fundando colônias que mais tarde dariam origem a cidades como Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Garibaldi, Farroupilha e Flores da Cunha.

Contribuições Culturais da Imigração Italiana

Gastronomia: Um Sabor Inconfundível

A culinária gaúcha ganhou novos sabores com os italianos. Pratos como polenta, galeto al primo canto, fortaia e radicci com bacon tornaram-se ícones da mesa do Sul. E, claro, não podemos esquecer o vinho colonial, símbolo da Serra Gaúcha e base da economia regional até os dias de hoje.

Arquitetura e Urbanismo

Casas de pedra basáltica, igrejas com torres imponentes e pequenos centros urbanos planejados mostram a forte presença da arquitetura italiana. A zona rural da serra ainda guarda essas construções centenárias como verdadeiros museus a céu aberto.

Música, Língua e Tradições

As festas comunitárias, como a Festa da Uva e as romarias religiosas, misturam o tradicionalismo gaúcho com as heranças da Itália. A presença do talian — dialeto italiano falado em diversas localidades — é prova viva dessa fusão linguística.

A Influência Italiana na Cultura Gaúcha

A miscigenação entre o imigrante italiano e o gaúcho criou um novo modo de vida. A hospitalidade, o espírito comunitário, a força do trabalho em família e o apego à terra são valores que passaram a compor a identidade do gaúcho serrano.

Além disso, nomes de famílias, traços no sotaque, receitas e modos de celebração são memórias vivas da imigração italiana no cotidiano do povo sul-rio-grandense.

Turismo Cultural: Vivencie o Legado Italiano na Serra Gaúcha

O turismo rural e cultural da serra se apoia fortemente nesse legado. Roteiros como o Caminhos de Pedra, o Vale dos Vinhedos e o Parque de Eventos de Bento Gonçalves oferecem uma verdadeira viagem ao passado. Museus, cantinas, vinícolas e hospedagens familiares proporcionam uma imersão autêntica na cultura ítalo-gaucha.

Celebrar os 150 anos da imigração italiana no RS é celebrar o espírito de superação, a construção de comunidades e a formação de uma cultura rica, plural e cheia de alma.

A presença italiana segue viva em cada canto da serra — na comida que compartilhamos, nas festas que celebramos, nas palavras que falamos e no orgulho que sentimos em ser gaúchos.

quarta-feira, 1 de julho de 2020

Viagens e Roteiros - Gramado

Buenas entreverados, para mim um dos lugares mais belos do Brasil, Gramado  na serra gaúcha, segue um apanhado de fotos de inúmeras visitas que fizemos na cidade, se for a Gramado obrigatoriamente devemos ir a canela.

Gramadoé uma cidade com muitas atrações, museus, parques, restaurantes e arquitetura sem igual. Segue as fotos de alguns pontos turísticos.

Lago Negro A origem do nome LAGO NEGRO está ligada ao seu idealizador, Leopoldo Rosenfeld, que na década de 30, tornou-se responsável pela administração do patrimônio dos herdeiros da baronesa Joaquina Rita Bier, proprietários das terras. Relata a historiografia da cidade, que no início da década de 40, ocorreu nas proximidades, um incêndio destruindo boa parte da vegetação nativa. Sem outros recursos para evitar a propagação das chamas, Rosenfeld promoveu a abertura de uma vala, o que mais tarde veio a se transformar no lago. Existem duas fontes históricas sobre o nome; uma delas está ligada a proveniência das primeiras mudas das árvores - Floresta Negra, Alemanha - que foram plantadas no local e a outra está ligada a negritude das águas.

Foto: Rodrigo Silva


Igreja São Pedro - Catedral de Gramado: Inaugurada em 1942, é uma das maiores demonstrações de religiosidade da comunidade. A estrutura montada em pedra basáltica exibe arte nos vitrais com imagens sacras e em perfeita harmonia arquitetônica. A torre, de 46 m de altura, inspira uma prece a São Pedro, o padroeiro. Fonte: http://www.gramado.rs.gov.br/


Foto: Rodrigo Silva

Pórtico da entrada de Gramado:

Foto: Rodrigo Silva
Pórtico de entrada em Gramado

Vista do mirante na estrada entre Gramado e Canela:

Foto: Rodrigo Silva
Vista do mirante na estrada Gramado/Canela

Famoso termômetro de Gramado: Localizado no centro, é bastante fotografado no inverno, onde, as temperaturas chegam abaixo de zero.

Foto: Rodrigo Silva

Ônibus antigo para passeio:

Foto: Rodrigo Silva
Museu Mundo a Vapor: Museu com miniaturas que funcionam a vapor, local cheio de magia e animação, mini fábricas e muito movimento que encantam adultos e crianças.
Foto: Rodrigo Silva
Fachada Mundo a Vapor

Foto: Rodrigo Silva
Detalhe da locomotiva

Foto: Rodrigo Silva
Fachada Mundo a Vapor
Foto: Rodrigo Silva
Interior mundo a vapor


Palácio dos Festivais: local onde é a escolha do Oscar, um dos principais festivais de cinema no Brasil.


Mini Mundo: lindo lugar, em um universo em miniatura, lá encontramos trens, aviões e réplicas de lugares.










Museu Hollywood Dream Cars: Uma coletânea de carros clássicos, realmente um sonho

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Uma passagem na Fenachamp

Buenas gauchada, após 11 anos de raízes fincadas na serra gaúcha visitamos a Fenachamp, na cidade de Garibaldi cerca de 42 km de Caxias do Sul, não fomos até a cidade, pois o parque da Fenachamp é um pouco distante. A festa não tem a grandeza das festas regionais, mas possui muito requinte pelo fato de ser uma festa dedicada ao espumante. Muitos produtos coloniais (queijos, salames, sucos), artesanato e uma grande área para a principal atração da festa.

O parque em si não é muito grande, mas, sua área total é bem satisfatória. Ainda tem várias atrações como tirolesa, tuc tuc, kart.

O espumante, está representado por suas vinícolas mais importantes e lá tem várias opções de uvas e métodos para todos os gostos.

Ainda dá tempo de conhecer, pois, a festa vai até este fim de semana, com ingressos a R$ 10,00 e o estacionamento R$10,00 também, vale a pena conferir.

Uma última observação é o cuidado com a estrada, muitos buracos e curvas, e claro se dirigir não beba e vice versa.

Confira algumas fotos;






Não deixe de participar de nossa campanha de natal, que ira arrecadar brinquedos para as crianças, acesse: